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Portugal quer aproveitar os próximos fundos comunitários para internacionalizar empresas e aumentar a competitividade, mas também para ganhar relevo nas redes europeias de I&D.

Manuel Almeida, secretário de Estado do desenvolvimento regional, acredita que o facto de a pasta da inovação estar a cargo de um português - Carlos Moedas, comissário europeu para a investigação, inovação e ciência - terá um impacto positivo no envolvimento das empresas e institutos de investigação portugueses nas redes europeias de I&D, um dos caminhos para chegar a 200 mil milhões de euros integrados no próximo quadro comunitário de apoio, que não estão previamente atribuídos a países.

“Os conglomerados que existem na Europa estarão mais disponíveis para abrir portas a uma empresa ou entidade portuguesa”, acredita o secretário de Estado, com a expectativa de que o país chegue ao final do sucessor do QREN, tirando maior partido dos instrumentos disponíveis que no passado.

Manuel Castro Almeida falou esta manhã no Congresso das Comunicações da APDC, onde sublinhou que o novo quadro de fundos comunitários é uma oportunidade para melhorar a passagem de conhecimento e inovação das universidades para as empresas, uma ligação que continua a ser difícil e que também reflete as diferenças no nível de I&D destes dois mundos.

O responsável sublinhou que Portugal é o segundo país da Europa em número de investigadores nas universidades, mas está entre os últimos países da Europa no que se refere à investigação realizada nas empresas.

A este nível, os fundos do novo quadro de referência estratégico serão aplicados segundo um modelo que contribuirá para atenuar estas diferenças, sublinhou. “Encontrámos uma solução que valoriza a I&D nas empresas, mas que assenta numa transição de quadros altamente qualificados das universidades e dos organismos do Estado para as empresas”, explicou o responsável, acrescentando que esta é uma área onde acredita no “potencial transformador dos fundos”.

Em termos mais genéricos, Manuel Almeida garante que Portugal vai aproveitar o próximo quadro comunitário para “passar da fase das infraestruturas para a competitividade e internacionalização da economia”, incluindo neste leque empresas de todas as dimensões e não apenas as grandes organizações.

As dotações à internacionalização serão uma das áreas mais reforçadas nos programas operacionais que Portugal apresentou a Bruxelas e que, em conjunto com os programas temáticas, fazem a estrutura definida pelos países para gastar os fundos que lhe couberem. Em Portugal, 40% destes fundos vão estar direcionados à competitividade, o resto distribui-se entre inclusão e emprego; e sustentabilidade.

A forte aposta na competitividade, garante o secretário de Estado, será também uma forma de ajudar a ultrapassar as dificuldades de acesso a crédito. Este é um objetivo que, em regra, custa à empresas portuguesas o dobro da média europeia.

Portugal foi o segundo país europeu a entregar a Bruxelas os seu programas operacionais para aprovação. Está à espera de resposta. Entretanto, foram já lançados alguns concursos para área elegíveis no QREN e que se manterão no próximo programa-quadro. Usam esse referencial mas já vão tirar partido dos novos fundos.

(fonte:tek.sapo.pt)

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