aicep financiamento às empresasDurante a conferência foram debatidas oportunidades associadas aos incentivos decorrentes do programa Portugal 2020, e do novo quadro de incentivos fiscais ao investimento.

Em debate esteve também o papel das agências públicas no estímulo a estratégias empresariais de reforço da capacidade competitiva e internacional das empresas.

Miguel Frasquilho, presidente da AICEP , destaca no Portugal 2020 um “sistema de incentivos às empresas, mais simples, mais rigoroso e totalmente focado no apoio ao investimento”. Miguel Frasquilho desafia as empresas portuguesas “a aproveitarem as oportunidades deste novo quadro de financiamento” que segundo o presidente da AICEP se centram “ no empreendedorismo, na inovação e na internacionalização. Três ações fundamentais para mais crescimento, mais criação de valor e mais emprego em Portugal”. Miguel Frasquilho chama a atenção das empresas para quatro medidas concretas: apoio ao investimento em investigação e inovação; apoio ao desenvolvimento de soluções inovadoras; apoio ao financiamento e partilha de risco da inovação; apoio à qualificação e internacionalização.

O presidente da AICEP conclui afirmando que “ 26 mil milhões de euros ao dispor de Portugal e do sector empresarial não podem ser esbanjados! Esta é uma oportunidade única para as empresas portuguesas se reinventarem rumo ao crescimento sustentável”.

Para Miguel Cruz, presidente do IAPMEI, é fundamental que os apoios públicos cheguem de uma forma simples e eficaz às empresas, projetando capacidade competitiva e resultados económicos, mas também sustentando progressão na cadeia de valor da produção nacional em mercados globais”.

Miguel Cruz, considera que “precisamos de aprofundar o esforço de capacitação competitiva e de conhecimento e abordagem a mercados. As agências públicas têm aqui um papel relevante na articulação de esforços e na procura de complementaridade de intervenção, que permitam ajudar transversalmente o maior número de empresas nacionais a ganhar massa crítica e a iniciar ou a consolidar a sua atividade competitiva em mercado global. A atuação em rede é imprescindível, para se potenciar resultados em termos de capacidade competitiva, crescimento e de impacto na balança comercial”.

Para o presidente do IAPMEI “este novo quadro de financiamento é também uma oportunidade única para as empresas apostarem em redes colaborativas e outras formas de ganhar escala, apostando estrategicamente em fatores de competitividade que as possam diferenciar e ajudar a reforçar as suas posições no mercado, com a aposta na inovação, na investigação e desenvolvimento de novos produtos, serviços, processos ou formas de comercialização, mas também ensaiando novos métodos de trabalho colaborativo”.

O novo quadro de financiamento Portugal 2020 assenta em quatro programas operacionais temáticos: competitividade e internacionalização, capital humano, inclusão social e emprego, e sustentabilidade e eficiência no uso dos recursos. As regiões menos desenvolvidas serão as mais beneficiadas com este novo quadro de financiamento.

Fonte: http://oje.pt/

 

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