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femO Relatório de Competitividade Global de 2014-2015, divulgado pelo Fórum Económico Mundial (WEF), mostra que Portugal subiu 15 lugares no ranking, recuperando de uma queda que se verificava desde 2005, com exceção do ano de 2011. Portugal surge no 36.º lugar de uma lista de 144 países analisados, invertendo uma tendência de queda que se verificava desde 2005, quando o país alcançou o 22.º lugar.

À frente, no ranking, está a Suíça, seguida pela Singapura. Os Estados Unidos, que subiram dois lugares, a Finlândia e a Alemanha, que desceram uma posição cada um, ocupam o terceiro, o quarto e o quinto lugares da tabela.
O ranking de competitividade do Relatório de Competitividade Global é baseado no Índice de Competitividade Global (CGI), que foi introduzido pelo Fórum Económico Mundial em 2004.

Definindo a competitividade como o conjunto de instituições, políticas e fatores que determinam o nível de produtividade de um país, as pontuações do GCI são calculadas a partir de dados nacionais em 12 categorias - os pilares da competitividade - que em conjunto permitem uma imagem abrangente da competitividade de um país.

Os 12 pilares são: instituições, inovação, ambiente macroeconómico, saúde e ensino básico, superior e formação profissional, um mercado de produtos eficiente, um mercado de trabalho eficiente, desenvolvimento do mercado financeiro, disponibilidade tecnológica, dimensão de mercado, sofisticação e inovação económica.

O programa de reformas estruturais adotado nos últimos anos, mais evidentes em áreas relacionadas com o funcionamento do mercado de bens, a inovação, a desburocratização e a flexibilização do mercado de trabalho, incluindo a diminuição das indemnizações por despedimento por mútuo acordo justificam, para a organização, a inversão da tendência de queda.

Portugal registou melhorias em aspetos importantes como a facilidade de criação de empresas, área em que agora ocupa a 5.ª posição (em 2006 ocupávamos a 89.ª), e obteve ganhos na flexibilização do mercado laboral (113.ª), embora o relatório do Fórum Económico Mundial considere importante que se continue a trabalhar este item, o mesmo acontecendo relativamente a áreas como as infraestruturas (17.ª) e a formação profissional e ensino superior (29.ª).

O relatório refere que Portugal deve reforçar o setor financeiro e aumentar a “qualidade da educação e capacidade de inovação”. As escolas de gestão encontram-se bem posicionadas, ocupando o 4.º lugar na tabela. Entre os pontos mais positivos, destacam-se a qualidade das infraestruturas, estradas (Portugal é o segundo país com a melhor qualidade das estradas), portos e aeroportos, a qualificação da mão-de-obra, nomeadamente cientistas e engenheiros, a capacidade de inovação e a ética nas empresas.


O elevado défice (107.ª posição) e a dívida pública (a 6.ª mais elevada dos 144 países analisados, ocupando assim a 138.ª posição) são os pontos negativos assinalados pelo relatório. O desenvolvimento do mercado financeiro e a eficiência do mercado de trabalho receberam as pontuações mais baixas neste ranking.

Segundo o relatório, ineficiência gerada pela burocracia na administração pública, a elevada carga fiscal e o acesso ao financiamento são os três fatores apontados como os 'mais problemáticos' para o desenvolvimento de negócios. Estes indicadores baixos são determinantes pois podem condicionar também o investimento estrangeiro. A flexibilidade do mercado de trabalho e a qualidade da educação (40.º lugar), bem como a capacidade de inovação (posição 37.ª), são outros dos itens considerados fundamentais pelo WEF para a melhoria da competitividade da economia portuguesa.

É interessante uma breve referência ao relatório do ano anterior. O Relatório de Competitividade Global para 2013-14 revelava que as economias da Europa do Sul, como a Espanha (35.º), a Itália (49.º), Portugal (51.º; em 2012 detinha o 49.º lugar) e sobretudo a Grécia (91.º) “precisam continuar a lidar com as suas fraquezas no que diz respeito ao funcionamento e eficiência dos seus mercados, a fomentar a inovação e a melhorar o acesso ao financiamento, a fim de conseguirem reduzir os problemas de competitividade da região”.

Referia ainda, no capítulo dedicado a Portugal, que além das reformas recentemente levadas a cabo, “o país não deve negligenciar o reforço do seu potencial de inovação através de investimentos eficientes nas ciências, tecnologias e outros ativos intangíveis, como as técnicas avançadas de gestão. Estes fatores serão cruciais para permitir que a economia portuguesa caminhe na direção de atividades com maior valor acrescentado”.

De facto, a relevância da ciência e da tecnologia na sociedade do conhecimento e da inovação constituem um dos motores do crescimento socioeconómico e do desenvolvimento sustentável e são hoje cada vez mais consideradas fatores indispensáveis para a competitividade das empresas. Uma cultura empresarial sólida é também essencial para assegurar uma maior competitividade da economia europeia e para induzir o crescimento, respondendo aos desafios da globalização.

A competitividade da economia portuguesa e das regiões será uma das grandes prioridades para a intervenção dos fundos comunitários do programa Portugal 2020. Note-se que potenciar o investimento nas PME inovadoras, a valorização da qualificação dos recursos humanos (ensino e formação ao longo da vida) são os eixos temáticos onde haverá a maior fatia de fundos (isto é, o domínio Competitividade e Internacionalização concentra mais de 40% dos fundos).

(fonte:www.correiodominho.com)

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